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Aparelhos de som vintage
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Informações e discussões sobre áudio

A área de áudio é muito vasta, cheia de conceitos que muitas vezes confundem até mesmo quem já tem algum conhecimento.
Nesa seção relacionamos vídeos que fizemos contendo opiniões, constatações e análises de vários aspectos sobre os aparelhos, as mídias (LPs, cassetes, etc.), as músicas e outros temas correlatos.

Veja também a seção de Aparelhos restaurados, onde mostramos alguns dos que passaram por nossas mãos e foram testados e analisados, seja depois de uma restauração ou por outro motivo qualquer.

Consulte também a seção de Equipamentos à venda, onde mostramos os aparelhos que restauramos e estamos colocando à disposição dos entusiastas por som vintage.

Para ver os 56 itens disponíveis no momento, vá descendo na página ou utilize os links abaixo:

Defeitos mais comuns e conserto de divisor de freqüência nas caixas de som vintage


Quando uma caixa de som vintage começa a apresentar defeitos, nem sempre são os alto-falantes que causam o problema. O divisor de freqüência tem papel importante na distribuição do som entre os falantes que compõem a caixa, e ele pode causar diversos tipos de problema. Neste vídeo mostramos como fazer as medições e quais são os componentes que mais apresentam defeito.

Qual é a diferença entre tape deck, gravador e toca-fitas?


Quem está começando no mundo do som vintage pode fica em dúvida sobre os tipos de aparelhos para lidar com fitas, cassete ou de rolo. Este vídeo procura esclarecer as diferenças entre os diversos tipos de aparelho para lidar com as fitas.

Sony 3 em 1 HMK-353BS sendo consertado por hobby - Será que vai ficar bom?


Quando este tipo de som 3 em 1 chega nas oficinas em mau estado de conservação, normalmente é destinado à sucata, pois o custo das peças e mão-de-obra será maior do que vale o aparelho. Pode ser mais vantajoso comprar outro exemplar, igual ou superior, mas que esteja em melhor estado de conservação. Este aparelho foi mostrado em vídeos anteriores e tinha sido condenado, mas um colega que é técnico de eletrônica aposentado está fazendo a restauração por hobby.

Mostramos neste vídeo como está indo o serviço. Apesar dos avanços, temos dúvidas se ele chegará até o fim resolvendo todos os problemas e, principalmente, se ele vai se dispor a gastar a quantia necessária para fazer tudo o que for necessário para deixar o aparelho como novo, que é o plano dele...

Tape decks Polyvox - Análise comparativa de todos os modelos


A linha de tape decks da Polyvox marcou época e até hoje são procurados por quem gosta de som vintage. Chamam atenção pelo preço acessível, por sua qualidade e pelo design. São apenas 4 modelos, cada um com sua história, vantagens e desvantagens. Mostramos o contexto histórico em que estes modelos foram lançados, suas características, que público pretendiam atender e o que eles tinham de bom e de ruim. De quebra, falamos um pouco sobre como as coisas eram na época e porque as fitas cassete foram tão importantes para quem gosta de música.

Toca discos de vinil - Instalando e preparando para usar (regulagem do braço)


Ao contrário de outros aparelhos de som vintage, um toca discos de vinil recém adquirido precisa ser instalado antes de ser usado. Não é igual a um tape deck ou receiver, que é só conectar os cabos. O toca discos vem travado devido ao transporte, e deve ser preparado, tanto na parte de suspensão da bandeja quanto da regulagem do braço. Neste vídeo mostramos como se faz isto com um toca discos Polyvox TD-2000, mas os procedimentos são praticamente os mesmos em outras marcas e modelos.

Projeto de caixa acústica passo-a-passo - falante Full Range Novik 8 polegadas de 97 novo em folha!


Tivemos a sorte de encontrar um par de falantes NOVIK Full Range de 8 polegadas, novos em folha, na caixa. Fabricados em 1997, foram vendidos pela empresa que arrematou em leilão a massa falida da Novik. Apesar do pequeno tamanho, esse falante surpreendeu pela resposta plana, pelo rendimento e pela baixa freqüência de ressonância, parâmetros esses que vão permitir a construção de uma boa caixa acústica adequada para aparelhos de som vintage, com até 20 Watts RMS por canal.

O que fazemos neste vídeo é mostrar o processo de determinação dos parâmetros do alto-falante e posterior verificação do seu funcionamento montado numa caixa de testes.

Usando esse mesmo procedimento, é possível construir boas caixas do tipo bass reflex para qualquer tipo de alto-falante, mesmo para aqueles para os quais o fabricante não especificou seus parâmetros, como é o caso deste Full Range da Novik que caiu em nossas mãos.

Caixas acústicas Polyvox - Análise completa mostrando todos os modelos


A Polyvox lançou 32 modelos de caixas entre 1976 a 1980. Esta é a fase clássica da empresa legitimamente brasileira que fez história. Neste vídeo mostramos as diversas linhas, com fotos, informações e comentários sobre cada uma delas. Contamos também um pouco da história da Polyvox e sobre sua rivalidade com a Gradiente.

Vale a pena consertar? Para o técnico, não vale. Mais um caso de Sony 3 em 1 modelo HMK-353BS


Relato e discussão sobre mais um caso de 3 em 1 que não vale a pena restaurar. Não é problema técnico e nem de falta de peças. Diz respeito ao tempo, esforço e conhecimento que o técnico precisa empregar para trazer o aparelho de volta à vida. É um serviço demorado, quem vai pagar o investimento do técnico? Muita gente pensa que existe relação entre o valor do aparelho e o preço que o técnico vai cobrar. Mas funciona assim.

O técnico tem contas para pagar todos os dias, ele usa seu tempo para fazer serviços que serão remunerados para pagar suas contas. Sob este ponto de vista, para ele não faz diferença se vai gastar seu tempo consertando um Receiver Marantz de R$ 10 mil ou um rádio gravador de R$ 50. O importante para ele é o tempo que vai gastar, o tanto de conhecimento e experiência que precisa lançar mão para recuperar um conjunto de som vintage.

Nenhum técnico gosta de dizer para um cliente que será impossível consertar o aparelho que ele trouxe. Como dissemos, na maior parte das vezes não é um problema técnico. A princípio, qualquer equipamento pode ser consertado. A questão é o valor e o tempo necessário para fazer os reparos. Ou seja, pensando apenas em termos financeiros, não vai compensar fazer a restauração. Só vai compensar se o equipamento tiver valor histórico ou estimativo, ou ainda se a pessoa quer simplesmente usar um aparelho de que gosta, e não para negócio. No caso aqui apresentado, exceto pelo FM todas as partes que compunham o 3 em 1 da Sony estavam com problema e o valor estimado era relativamente alto frente ao quanto custou para seu proprietário, que tinha acabado de comprar. O que fazer nestes casos? Consertar ou não consertar? Se não consertar, o que fazer com o aparelho que será descartado? Conheça o caso e dê sua opinião.

Memória do Rádio 8 - Gravação em fita K-7 do programa ESPECIAL PSICODELISMO da Rádio FM 97 em 1987


Gravação em fita K-7 da transmissão em rádio FM do programa ESPECIAL PSICODELISMO, produzido em dezembro de 1987 pela Rádio 97 FM de Santo André (SP). Esse programa conta a história do rock psicodélico, originado nos anos 60 no eixo Los Angeles - San Francisco, com algumas das principais músicas do período Demonstra também como era boa a transmissão de FM e a gravação perfeita feita em uma fita cassete que estava entre as mais baratas disponíveis na época.

EXPLICAÇÃO ---------------------- No final dos anos 80 a rádio 97 FM era uma das mais ouvidas em São Paulo por quem gostava de rock. Seus programadores tocavam apenas o que gostavam, sem preocupação com os sucessos do momento ou o que as gravadores gostariam que eles apresentassem.

Além da programação normal diurna, nas noites transmitiam programas especiais, em geral dedicados a um único assunto, como é o caso deste mostrado no presente vídeo. Na época eu tinha o costume de gravar em fita cassete o que passava de madrugada para depois escutar durante o dia. Algumas destas gravações sobreviveram ao tempo e se tornaram documentos interessantes para quem estuda a história do rádio e seus profissionais.

Para os entusiastas do som vintage, essas fitas mostram como era o som da época. As fitas foram gravadas a partir do rádio FM, permitindo avaliar a qualidade da produção e da transmissão, pelo lado da rádio, e pelo lado do ouvinte permite avaliar a qualidade da gravação, dos equipamentos utilizados e das próprias fitas.

NOTA - Algumas músicas foram excluídas do vídeo devido a direitos autorais

EQUIPAMENTOS UTILIZADOS NA GRAVAÇÃO DA FITA (em 1982) ------------------------------------------------ - Gravado a partir da rádio 97 FM que ficava em Santo André (SP) - Data da gravação: dezembro de 1987 - Sintonizador Gradiente M-7 - Tape deck Technics RS-M275X - Redução de ruídos DBX - Fita cassete TDK-D 60 minutos (tipo 1 - normal)

EQUIPAMENTOS UTILIZADOS NA DIGITALIZAÇÃO DA FITA ORIGINAL -------------------------------------------------- A fita original foi digitalizada em MP3 no início dos anos 90, utilizando: - Tape deck Technics RS-M275X - Redução de ruídos DBX - Software para captura e geração do MP3 - SoundForge 9 para PC - O som capturado por um PC direto a partir da saída do tape deck, sem edição

EQUIPAMENTOS UTILIZADOS PARA GRAVAR ESTE VÍDEO -------------------------------------------------- Este video foi gravado a partir dos arquivo MP3, usando o AIMP Player num PC. As imagens foram capturadas direto da tela PC. O áudio foi tirado direto do MP3.

Memória do Rádio 7 - Gravação em fita K-7 do programa ROCK SANDWICH da rádio Excelsior FM 90.5


Gravação em fita K-7 da transmissão em rádio FM do programa ROCK SANDWICH, transmitido em 1982 pela Rádio Excelsior FM de São Paulo, tendo sido produzido por Leopoldo Rey e Kid Vinil. Esse programa trazia os lançamentos e os discos mais importantes de Rock e New Wave do período. Dá uma idéia de como eram os programas, as músicas e a qualidade do som que a gente escutava na época. Demonstra também como era boa a transmissão de FM e a gravação perfeita feita em uma fita cassete que estava entre as mais baratas disponíveis na época.

EXPLICAÇÃO ---------------------- No final dos anos 80 a rádio 97 FM era uma das mais ouvidas em São Paulo por quem gostava de rock. Seus programadores tocavam apenas o que gostavam, sem preocupação com os sucessos do momento ou o que as gravadores gostariam que eles apresentassem.

Além da programação normal diurna, nas noites transmitiam programas especiais, em geral dedicados a um único assunto, como é o caso deste mostrado no presente vídeo. Na época eu tinha o costume de gravar em fita cassete o que passava de madrugada para depois escutar durante o dia. Algumas destas gravações sobreviveram ao tempo e se tornaram documentos interessantes para quem estuda a história do rádio e seus profissionais.

Para os entusiastas do som vintage, essas fitas mostram como era o som da época. As fitas foram gravadas a partir do rádio FM, permitindo avaliar a qualidade da produção e da transmissão, pelo lado da rádio, e pelo lado do ouvinte permite avaliar a qualidade da gravação, dos equipamentos utilizados e das próprias fitas.

NOTA - Algumas músicas foram excluídas do vídeo devido a direitos autorais

EQUIPAMENTOS UTILIZADOS NA GRAVAÇÃO DA FITA (em 1982) ------------------------------------------------ - Gravado a partir da rádio 97 FM que ficava em Santo André (SP) - Data da gravação: dezembro de 1987 - Sintonizador Gradiente M-7 - Tape deck Technics RS-M275X - Redução de ruídos DBX - Fita cassete BASF LH 60 minutos (tipo 1 - normal)

EQUIPAMENTOS UTILIZADOS NA DIGITALIZAÇÃO DA FITA ORIGINAL -------------------------------------------------- A fita original foi digitalizada em MP3 no início dos anos 90, utilizando: - Tape deck Technics RS-M275X - Redução de ruídos DBX - Software para captura e geração do MP3 - SoundForge 9 para PC - O som capturado por um PC direto a partir da saída do tape deck, sem edição

EQUIPAMENTOS UTILIZADOS PARA GRAVAR ESTE VÍDEO -------------------------------------------------- Este video foi gravado a partir dos arquivo MP3, usando o AIMP Player num PC. As imagens foram capturadas direto da tela PC. O áudio foi tirado direto do MP3.

Tape deck Marantz SD-63 Entenda como funciona um tape de 3 cabeças e como ele se saiu nos testes


Os tape decks cassete de 3 cabeças já foram considerados o topo da linha, objeto de desejo caro e difícil de mexer. Este modelo da Marantz prova que isto tudo tinha mudado, pois tinha preço acessível, num aparelho fácil de mexer mas que, apesar de tudo, tinha um som de respeito, conforme mostraram nossos testes.

Receiver Gradiente Model 1200 deu um show no laboratório e ultrapassou as expectativas!


O Model 1200 tem o mesmo visual da famosa linha COMPO da Gradiente e, apesar de usar a mesma tecnologia da linha anterior, era bem projetado e construído no capricho. Ele provou isto em nosso laboratório, onde superou as expectativas e mostrou ter um som impecável, para um som vintage, soando muito bem e entregando potência de saída bem superior à especificada pelo fabricante.

Projeto e construção de caixas acústicas - Verificação do duto de sintonia


A maior parte das caixas de som atualmente são construídas no sistema chamado BASS REFLEX ou DUTO SINTONIZADO. Num vídeo anterior mostramos como medir a FREQUENCIA DE RESSONANCIA de um alto-falante. Este é o primeiro parâmetro necessário para projetar e construir caixas de som no sistema bass reflex. Neste presente vídeo mostramos a sequencia deste assunto, explicando como é feita e medida a sintonia de uma caixa de som, para que fique adequada ao falante de graves que estiver em uso. Quais são os instrumentos necessários, como é feita a medição e verificação.

Aprendendo a construir caixas acústicas com os catálogos da Novik dos anos 70 (documento histórico)


Os catálogos da Novik dos anos 70 foram importantes para disseminar a tecnologia de construção de caixas de som que estava dando seus primeiros passos em direção aos produtos que temos hoje. Explicavam o que era woofer, tweeter, pórtico e dava detalhes construtivos. Neste vídeo contamos um pouco da história, analisamos os conteúdos do catálogo e fazemos algumas observações fruto da nossa vivência de mais de 50 anos construindo e reformando caixas acústicas.

Duas músicas de Chitãozino e Xororó numa fita cassete caseira gravada em 1993 - Som vintage do bom


Reprodução de uma fita cassete caseira adquirida nos anos 90 com duas músicas retiradas do o então recém lançado LP “Tudo por Amor” da dupla Chitãozinho e Xororó.

Na década de 1990 a internet ainda estava começando no Brasil e os CDs continuavam caros e raros. A maior parte dos lançamentos eram feitos em disco de vinil, e imediatamente disponibilizados em fita cassete pelos milhares de vendedores de cópias “genéricas”.

Esta fita foi adquirida num camelô qualquer e, surpreendentemente, demonstrou ter boa qualidade e atravessou intacta os últimos 29 anos.

FICHA TÉCNICA
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• Equipamento usado na gravação da fita - Desconhecido
• Marca da fita LKC LX60 (procedência desconhecida)
• Equipamento usado na reprodução para o vídeo - Tape deck Sansui D-M7 de 1983, restaurado em 2022.
• O som foi capturado na saída do tape deck, pela entrada auxiliar de um PC
• O som capturado não sofreu qualquer tipo de tratamento, o que se ouve é que foi capturado pelo tape deck
• O vídeo foi capturado por uma webcam Logitech C925

Consertei este tape deck com 10 Reais - Sansui D-M7


Mostramos como foi a modificação no circuito que fizemos neste tape deck Sansui para que ele voltasse a funcionar, utilizando dois relês que custaram R$ 5 cada um. Isto acontece porque aparelhos de som vintage apresentam problemas decorrentes de projetos que não levaram em conta a passagem do tempo e o envelhecimento dos componentes. Isso é demonstrado pela história do conserto deste tape deck da Sansui (modelo D-M7). O mecanismo não conseguia ficar em posição de funcionamento, devido à incapacidade do circuito de manter armado um solenóide.

Freqüência de ressonância de um alto-falante - Como medir, para que serve e o que influencia no som


Neste vídeo mostramos um método simples porém eficiente para medir a freqüência de ressonância de um alto-falante (woofer ou full range). A partir deste dado é que se calcula a caixa acústica, seja esta no formato de duto sintonizado ("Bass Reflex"), Line Array, quarto de onda ou qualquer outro (menos suspensão acústica). Também mostra três medições sendo feitas e analisa o que o resultado da medição nos diz sobre como será o som de uma caixa montada com esses falantes.

Quando se fala em projeto de caixas acústicas, muita gente pensa na potência em primeiro lugar, e depois vai pensar na impedância. Contudo, o mais importante para determinar se o SOM de uma caixa será bom é a FREQÜÊNCIA DE RESSONÂNCIA.

Ela vai determinar o limite dos graves, isto é, a menor freqüência de áudio que uma caixa conseguirá reproduzir. O ideal seria que uma caixa reproduzisse pelo menos 60 Hertz, mas infelizmente a maior parte dos alto-falantes atuais tem a freqüência de ressonância acima dos 80 Hz, significando que elas deixam muito a desejar em termos de graves, em favor de "falarem" mais alto, ou melhor, de "gritarem" mais alto.

Memória do Rádio 6 - Gravação em fita K-7 do programa RÁDIO PIRATA da Rádio Excelsior FM em 1982


Gravação em fita K-7 da transmissão em rádio FM do programa RÁDIO PIRATA, produzido em 1982 pela Rádio Excelsior FM de São Paulo. Esse programa fazia uma colagem com brincadeiras dos DJs, entrevistas, música (rock e punk), discos de todos os tipos e tinha até uma novela radiofônica. Dá uma idéia de como eram os programas, as músicas e a qualidade do som que a gente escutava na época. Demonstra também como era boa a transmissão de FM e a gravação perfeita feita em uma fita cassete que estava entre as mais baratas disponíveis na época.

EXPLICAÇÃO ---------------------- Nos anos 70 a rádio Excelsior FM 90.5 era uma das mais ouvidas em São Paulo. Seu slogan “A máquina do som” dava a entender que tocava muita música, principalmente rock e pop, escolhidas a dedo dentre os inúmeros LPs que foram lançados no período.

Aproximadamente em 1978 a rádio começou a ser dirigida pelo jornalista Maurício Kubrusly (informação tirada de memória). Kubrusly implantou novas idéias e atraiu profissionais criativos, que encontraram ali um campo fértil para desenvolver suas idéias, por mais malucas que fossem.

Muitos destes programas diferentes passavam de madrugada, por isso é que eu tinha o costume de gravar em fita cassete o que passava de madrugada para depois escutar durante o dia.

Algumas destas gravações sobreviveram ao tempo e se tornaram documentos interessantes para quem estuda a história do rádio e seus profissionais.

Para os entusiastas do som vintage, essas fitas mostram como era o som da época. As fitas foram gravadas a partir do rádio FM, permitindo avaliar a qualidade da produção e da transmissão, pelo lado da rádio, e pelo lado do ouvinte permite avaliar a qualidade da gravação, dos equipamentos utilizados e das próprias fitas.

NOTA - Algumas músicas foram excluídas do vídeo devido a direitos autorais

EQUIPAMENTOS UTILIZADOS NA GRAVAÇÃO DA FITA (em 1982) ------------------------------------------------ - Gravado a partir da rádio FM 90.5 (Excelsior FM) em São Paulo - Data da gravação: 1982 - Sintonizador Gradiente M-7 - Tape deck Technics RS-M275X - Redução de ruídos DBX - Fita cassete BASF LH 90 minutos (tipo 1 - normal)

EQUIPAMENTOS UTILIZADOS NA DIGITALIZAÇÃO DA FITA ORIGINAL -------------------------------------------------- A fita original foi digitalizada em MP3 no início dos anos 90, utilizando: - Tape deck Technics RS-M275X - Redução de ruídos DBX - Software para captura e geração do MP3 - SoundForge 9 para PC - O som capturado por um PC direto a partir da saída do tape deck, sem edição

EQUIPAMENTOS UTILIZADOS PARA GRAVAR ESTE VÍDEO -------------------------------------------------- Este video foi gravado a partir dos arquivo MP3, usando o AIMP Player num PC. As imagens foram capturadas direto da tela PC. O áudio foi tirado direto do MP3.

Memória do Rádio 5 - Gravação em fita K-7 do programa RÁDIO PIRATA da Rádio Excelsior FM em 1982


Gravação em fita K-7 da transmissão em rádio FM do programa RÁDIO PIRATA, produzido em 1982 pela Rádio Excelsior FM de São Paulo. Esse programa fazia uma colagem com brincadeiras dos DJs, entrevistas, música (rock e punk), discos de todos os tipos e tinha até uma novela radiofônica. Dá uma idéia de como eram os programas, as músicas e a qualidade do som que a gente escutava na época. Demonstra também como era boa a transmissão de FM e a gravação perfeita feita em uma fita cassete que estava entre as mais baratas disponíveis na época.

EXPLICAÇÃO ---------------------- Nos anos 70 a rádio Excelsior FM 90.5 era uma das mais ouvidas em São Paulo. Seu slogan “A máquina do som” dava a entender que tocava muita música, principalmente rock e pop, escolhidas a dedo dentre os inúmeros LPs que foram lançados no período.

Aproximadamente em 1978 a rádio começou a ser dirigida pelo jornalista Maurício Kubrusly (informação tirada de memória). Kubrusly implantou novas idéias e atraiu profissionais criativos, que encontraram ali um campo fértil para desenvolver suas idéias, por mais malucas que fossem.

Muitos destes programas diferentes passavam de madrugada, por isso é que eu tinha o costume de gravar em fita cassete o que passava de madrugada para depois escutar durante o dia.

Algumas destas gravações sobreviveram ao tempo e se tornaram documentos interessantes para quem estuda a história do rádio e seus profissionais.

Para os entusiastas do som vintage, essas fitas mostram como era o som da época. As fitas foram gravadas a partir do rádio FM, permitindo avaliar a qualidade da produção e da transmissão, pelo lado da rádio, e pelo lado do ouvinte permite avaliar a qualidade da gravação, dos equipamentos utilizados e das próprias fitas.

NOTA - Algumas músicas foram excluídas do vídeo devido a direitos autorais

EQUIPAMENTOS UTILIZADOS NA GRAVAÇÃO DA FITA (em 1982) ------------------------------------------------ - Gravado a partir da rádio FM 90.5 (Excelsior FM) em São Paulo - Data da gravação: 1982 - Sintonizador Gradiente M-7 - Tape deck Technics RS-M275X - Redução de ruídos DBX - Fita cassete BASF LH 90 minutos (tipo 1 - normal)

EQUIPAMENTOS UTILIZADOS NA DIGITALIZAÇÃO DA FITA ORIGINAL -------------------------------------------------- A fita original foi digitalizada em MP3 no início dos anos 90, utilizando: - Tape deck Technics RS-M275X - Redução de ruídos DBX - Software para captura e geração do MP3 - SoundForge 9 para PC - O som capturado por um PC direto a partir da saída do tape deck, sem edição

EQUIPAMENTOS UTILIZADOS PARA GRAVAR ESTE VÍDEO -------------------------------------------------- Este video foi gravado a partir dos arquivo MP3, usando o AIMP Player num PC. As imagens foram capturadas direto da tela PC. O áudio foi tirado direto do MP3.

Memória do Rádio 4 - Gravação em fita K-7 do programa RÁDIO PIRATA da Rádio Excelsior FM em 1982


Gravação em fita K-7 da transmissão em rádio FM do programa RÁDIO PIRATA, produzido em 1982 pela Rádio Excelsior FM de São Paulo. Esse programa fazia uma colagem com brincadeiras dos DJs, entrevistas, música (rock e punk), discos de todos os tipos e tinha até uma novela radiofônica. Dá uma idéia de como eram os programas, as músicas e a qualidade do som que a gente escutava na época. Demonstra também como era boa a transmissão de FM e a gravação perfeita feita em uma fita cassete que estava entre as mais baratas disponíveis na época.

EXPLICAÇÃO ---------------------- Nos anos 70 a rádio Excelsior FM 90.5 era uma das mais ouvidas em São Paulo. Seu slogan “A máquina do som” dava a entender que tocava muita música, principalmente rock e pop, escolhidas a dedo dentre os inúmeros LPs que foram lançados no período.

Aproximadamente em 1978 a rádio começou a ser dirigida pelo jornalista Maurício Kubrusly (informação tirada de memória). Kubrusly implantou novas metas e atraiu profissionais criativos, que encontraram ali um campo fértil para desenvolver suas idéias, por mais malucas que fossem.

Muitos destes programas diferentes passavam de madrugada, por isso é que eu tinha o costume de gravar em fita cassete o que passava de madrugada para depois escutar durante o dia.

Algumas destas gravações sobreviveram ao tempo e se tornaram documentos interessantes para quem estuda a história do rádio e seus profissionais.

Para os entusiastas do som vintage, essas fitas mostram como era o som da época. As fitas foram gravadas a partir do rádio FM, permitindo avaliar a qualidade da produção e da transmissão, pelo lado da rádio, e pelo lado do ouvinte permite avaliar a qualidade da gravação, dos equipamentos utilizados e das próprias fitas.

NOTA - Algumas músicas foram excluídas do vídeo devido a direitos autorais

EQUIPAMENTOS UTILIZADOS NA GRAVAÇÃO DA FITA (em 1982) ------------------------------------------------ - Gravado a partir da rádio FM 90.5 (Excelsior FM) em São Paulo - Data da gravação: 1982 - Sintonizador Gradiente M-7 - Tape deck Technics RS-M275X - Redução de ruídos DBX - Fita cassete BASF LH 60 minutos (tipo 1 - normal)

EQUIPAMENTOS UTILIZADOS NA DIGITALIZAÇÃO DA FITA ORIGINAL -------------------------------------------------- A fita original foi digitalizada em MP3 no início dos anos 90, utilizando: - Tape deck Technics RS-M275X - Redução de ruídos DBX - Software para captura e geração do MP3 - SoundForge 9 para PC - O som capturado por um PC direto a partir da saída do tape deck, sem edição

EQUIPAMENTOS UTILIZADOS PARA GRAVAR ESTE VÍDEO -------------------------------------------------- Este video foi gravado a partir dos arquivo MP3, usando o AIMP Player num PC. As imagens foram capturadas direto da tela PC. O áudio foi tirado direto do MP3.

Memória do Rádio 3 - Gravação em fita K-7 do programa RÁDIO PIRATA da Rádio Excelsior FM em 1982


Gravação em fita K-7 da transmissão em rádio FM do programa RÁDIO PIRATA, produzido em 1982 pela Rádio Excelsior FM de São Paulo. Esse programa fazia uma colagem com brincadeiras dos DJs, entrevistas, música (rock e punk), discos de todos os tipos e tinha até uma novela radiofônica. Dá uma idéia de como eram os programas, as músicas e a qualidade do som que a gente escutava na época. Demonstra também como era boa a transmissão de FM e a gravação perfeita feita em uma fita casete das mais baratas da época.

Memória do Rádio - Gravação em fita cassete do programa Acordes Noturnos da Rádio Excelsior FM em 1982


Gravação em fita K-7 da transmissão em rádio FM do programa Acordes Noturnos, produzido em 1982 pela Rádio Excelsior FM de São Paulo. O tema principal deste programa eram as músicas e a discussão das diferenças entre Rock, Punk e New Wave, com entrevistas e músicas da época. Dá uma idéia de como eram os programas, as músicas e a qualidade do som que a gente escutava na época.

Memória do Rádio - Gravação em fita cassete do programa Kibe de Bar da Rádio Excelsior FM 1979


Nos anos 70 a rádio Excelsior FM 90.5 era uma das mais ouvidas em São Paulo. Seu slogan “A máquina do som” dava a entender que tocava muita música, principalmente rock e pop, escolhidas a dedo dentre os inúmeros LPs que foram lançados no período.

Aproximadamente em 1978 a rádio começou a ser dirigida pelo jornalista Maurício Kubrusly (informação tirada de memória). Kubrusly implantou novas idéias e atraiu profissionais criativos, que encontraram ali um campo fértil para desenvolver suas idéias, por mais malucas que fossem.

Muitos destes programas diferentes passavam de madrugada, por isso é que eu tinha o costume de gravar em fita cassete o que passava de madrugada para depois escutar durante o dia.

Algumas destas gravações sobreviveram ao tempo e se tornaram documentos interessantes para quem estuda a história do rádio e seus profissionais.

Para os entusiastas do som vintage, essas fitas mostram como era o som na época. As fitas foram gravadas a partir do rádio FM, permitindo avaliar a qualidade da produção e da transmissão, pelo lado da rádio, e pelo lado do ouvinte permite avaliar a qualidade da gravação, dos equipamentos utilizados e das próprias fitas.

EQUIPAMENTOS UTILIZADOS NA GRAVAÇÃO DA FITA ------------------------------------------------ - Gravado a partir da rádio FM 90.5 (Excelsior FM) em São Paulo - Data aproximada da gravação: 1979 (informação tirada de memória, mas também pode ter sido em 1982) - Sintonizador Gradiente M-7 - Tape deck Polyvox CP-850D - Redução de ruídos Dolby B - Fita cassete TDK-D 90 minutos

EQUIPAMENTOS UTILIZADOS NA REPRODUÇÃO PARA GRAVAR ESTE VÍDEO ------------------------------------------------------------- - Tape deck Gradiente S-125 (CD2300) revisado em nossa oficina - Redução de ruídos Dolby B - Som capturado por um PC direto a partir da saída do tape deck, sem edição - Imagens capturadas por uma webcam Logitech C270

Vale a pena consertar? O caso do Sony 3 em 1 modelo HMK-353BS


É constrangedor para um técnico ter que dizer para um cliente que não vai ser possível consertar o aparelho que ele trouxe. Conheça o caso deste 3 em 1 da Sony e dê sua opinião sobre o que faria se fosse você.

É constrangedor para um técnico ter que dizer para um cliente que não vai ser possível consertar o aparelho que ele trouxe. Na maior parte das vezes não é um problema técnico. A princípio, qualquer equipamento pode ser consertado. A questão é o valor que precisará ser investido e o tempo necessário para fazer os reparos. Em situações assim, o preço da restauração vai ser mais alto que o valor do aparelho. Se pensarmos apenas em termos financeiros, não vai compensar fazer a restauração. Só vai compensar se o equipamento tiver valor estimativo para o cliente, ou se vai usar o aparelho para algum outro fim que não exatamente aquilo que o aparelho faz. Por exemplo, para decorar um ambiente ou para complementar algum outro sistema que ele já possua. No caso aqui apresentado, todas as partes que compunham o 3 em 1 da Sony estavam com problema e o valor estimado era relativamente alto frente ao quanto o aparelho valeria. O que fazer nestes casos? Conserta ou não conserta? Se não consertar, o que fazer com o aparelho que será descartado? Conheça o caso e dê sua opinião.

Caixas Gradiente linha Concert - São ótimas, mas será que servem para você? Análise completa desse clássico


Apesar de todas suas qualidades e de um som impecável, a linha Concert nunca foi muito popular, por causa do preço e suas características técnicas, conforme está explicado em detalhes neste vídeo. Mostramos as características dos 4 modelos que fazem parte desta linha e no final temos nossas conclusões sobre o uso destas caixas. Elas são ótimas, mas será que servem para o seu caso, para o som vintage que você está montando?

A Gradiente atingiu seu auge no começo dos anos 80, quando lançou produtos que fazem fama até hoje. Dentre estes, o topo de linha eram as caixas acústicas da linha Concert, que complementavam a linha Master, que já foi analisada em detalhes neste canal.

A caixa mais famosa desta linha foi a Concert One (Concert 1) que trazia não só um som de primeira linha, mas tinha potência suficiente para atender ao amplificador mais potente que já tinha sido feito no Brasil, em grande escala, que foi o do System One, com seus 400 Watts RMS.

Não obstante suas inegáveis qualidades, a linha também tem seus inconvenientes, acompanhe o vídeo e entenda porque dizemos isso.

Teste em laboratório do pré-amplificador (graves, agudos e loudness) do receiver Gradiente S-95


Teste em laboratório do pré-amplificador, avaliando se o seu funcionamento está de acordo com o que a Gradiente informou. Este receiver foi doado por um cliente, e estávamos estudando o que fazer com ele.

O painel frontal estava perfeito, assim como os potenciômetros e chaves. Contudo, a parte interna estava danificada. O rádio estava destruído e o transformador precisaria ser trocado. Em suma, a única coisa que funcionava era o pré-amplificador, mas será que ele é de boa qualidade? Valeria a pena restaurar ou aproveitar este aparelho de alguma forma? Veja como fizemos as medições, analise a qualidade e dê sua opinião sobre o que faria com este aparelho.

Qual é a potência real de um receiver Gradiente Modelo 1060? Método simples para medir potência WRMS


Método prático para medir a potência de saída de um aparelho de som. Utiliza poucos instrumentos e pode ser feito em casa, sem um laboratório especializado.

Usamos como exemplo um receiver Gradiente Model 160 que foi reparado em nossa oficina (tinha um canal queimado) Este método serve tanto para determinar a potência como para fazer teste de burn-in, ou seja, para testar na prática se o reparo foi bem feito e se o amplificador vai funcionar corretamente quando for solicitado ao máximo.

Restaurei um som 3 em 1 - Será que valeu a pena arrumar este Gradiente 3 em 1 modelo MS-77 ?


Mostramos o passo-a-passo da restauração deste 3 em 1 Gradiente que foi popular nos anos 90. Pela complexidade e pelas várias tarefas, acreditamos estar demonstrado que este tipo de serviço só vale a pena se for por motivos estimativos e sentimentais. Explicamos como foi a situação trazida pelo cliente, como estava o aparelho e o que precisamos fazer para que ele voltasse a funcionar. É um aparelho que tinha grande valor para seu proprietário, e que não se importou de nos pagar um valor suficiente para comprar um aparelho de som novo, ao invés de restaurar seu próprio equipamento.

É comum as pessoas nos procurarem para restaurar um aparelho de som do tipo 3 em 1, que foram comuns nos anos 80 e 90. Mas precisamos dizer que raramente vale a pena consertar estes aparelhos, porque vai precisar de muitas horas de trabalho e nem sempre com resultado satisfatório. No final das contas, a restauração acaba custando mais caro que comprar um aparelho mais moderno e funcionando. Por isso é que dizemos que só vale a pena restaurar aparelhos 3 em 1 se for por motivos sentimentais, por terem valor estimativo.

Problemas com o cliente ao restaurar um tape deck Polyvox CP-750D que tinha sido ENGRAXADO!


Relato sobre como a relação com um cliente se deteriorou depois que fizemos o serviço. Mesmo depois de atender todos os pedidos do cliente, tivemos mais trabalho que o necessário e, no final, ficamos sem receber.

O tape deck tinha sido de um mecânico de automóveis. Como o aparelho estava fazendo um barulho de ferro raspando e também não puxava a fita, o mecânico deu um banho de graxa em spray. Depois de estragar o aparelho, o mecãnico vendeu o deck para uma pessoa que era nosso cliente, para ser consertado. Chegando aqui, vimos que o problema era bem mais sério que uma troca de correias. Para poder fazer o orçamento, tivemos que primeiro restaurar o mecanismo, mas depois o cliente não queria pagar e nos propôs uma parceria.

Caixas acústicas Gradiente linha MASTER - Análise completa deste clássico do som vintage dos anos 80


Contamos a história da linha MASTER, mostramos os vários modelos, analisamos porque elas tocam tão alto (a questão do SPL) e, no final do vídeo, vejamos uma análise comparativa entre dois modelos similares, a Master 78 e a DS-78, com seus respectivos histogramas e uma análise do som.

As caixas acústicas Gradiente da linha MASTER foram uma revolução. Eram tão boas que até hoje ainda se fala nelas. Foram o resultado de anos de experiência da Gradiente no projeto e fabricação de aparelhos de som.

Trouxeram inovações como os falantes de cone branco feitos com fibras longas, um acabamento primoroso e um som que casava perfeitamente com os amplificadores da série que terminava em "6", que traziam a tecnologia CLASSE A, com graves abundantes e um som perfeitamente balanceado.

As caixas MASTER junto com os amplificadores CLASSE A formavam um conjunto harmonioso, feitos um para o outro, e que conquistaram muitos fãs. Até hoje são um dos conjuntos mais disputados nas lojas que vendem som vintage.

O que fazemos neste vídeo é contar a história da linha MASTER, mostramos os vários modelos, analisamos porque elas tocam tão alto (a questão do SPL) e, no final do vídeo, vejamos uma análise comparativa entre dois modelos similares, a Master 78 e a DS-78, com seus respectivos histogramas e uma análise do som.

O que é o sinal de BIAS num tape deck e como ele é usado no BLE de um tape deck Pioneer CT-W802R


Muitos apreciadores das fitas cassete não sabem exatamente o que é o BIAS, isto é, um sinal que é aplicado nos cabeçotes durante a gravação, juntamente com a música que se quer gravar. Explicamos o que é o BIAS, qual é sua função e o que acontece quando ele fica mais alto ou mais baixo do que deveria ser. O som pode ficar mais grave ou mais agudo, sem falar de outros efeitos colaterais, como aumento da distorção e do ruído.

Para um exemplo prático, mostramos como ele é regulado automaticamente num tape deck Pioneer modelo CT-W802R, através do recurso B.L.E. (Bias Level Equalization).

O B.L.E. é usado em vários modelos da Pioneer dos anos 90. Outras marcas também ofereciam sistemas similares, com outros nomes, porém com a mesma função.

Conjunto de som vintage de 1975 mostrou qualidade e durabilidade em 2022!


Os aparelhos de som das décadas de 70 e 80 (chamados de “vintage”) costumam surpreender muita gente, que pensam que são “velharias” e que tinham som ruim. Eles podem não ter recursos mais modernos, como controle remoto, USB, home theater e bluetooth, mas em termos de qualidade de som podem tranquilamente ser comparados com os aparelhos atuais. Todos os aparelhos do vídeo fora, coincidentemente, fabricados no mesmo ano de 1975 e foram restaurados em nossa oficina.

O receiver mostrado no vídeo tem 30 W RMS de potência, enquanto que as caixas tinham 40 W RMS cada uma (segundo o fabricante. Só que as caixas têm alto rendimento (99 dB a 1 m de distância) e com estes 30 W RMS do receiver era possível animar uma danceteria (como de fato isto acontecia) com um som alto, nítido e agradável.

O receiver é um CCE, que na época simplesmente importava aparelhos da Kenwood do Japão e colocava sua marca.

O tape deck é um Evadin, que igualmente importava aparelhos do Japão e colocava sua marca na Zona Franca de Manaus.

As caixas são modelo Mini Dez, fabricados em São Paulo pela Gradiente. Utilizam um sistema de radiador passivo, que reproduzia com perfeição os tons médios e agudos, com um som equilibrado e agradável.

O som gravado no vídeo nem de longe reproduz o que se ouvia no ambiente onde ele foi produzidos, devido ao fato do ambiente ter alta reverberação (eco) o que distorcia a curva de resposta de freqüência (graves, médios e agudos). Também devemos levar em conta que o celular com o qual o vídeo foi gravado comprimir o volume do som gravado, para possibilitar melhor gravação da voz humana e não exatamente de áudio de alta fidelidade.

Tape deck Pioneer CT-W202 - É básico mas é bom porque foi fabricado no Japão? Acompanhe nossa análise.


Os decks duplos da Pioneer, Teac, Panasonic e outras marcas japonesas são encontrados facilmente no mercado brasileiro. Porém, quem está mal informado acaba comprando modelos ruins, que geralmente estão precisando de manutenção e que será difícil de fazer porque as peças são de baixa qualidade e/ou difíceis de encontrar. Veja a análise que fazemos deste deck básico da Pioneer, mas que tem um som de respeito. Entenderá que um dos motivos desta qualidade é que ele partiu de um bom projeto feito pela Pioneer e que foi complementado pela construção cuidadosa e caprichada que era feita no Japão nos anos 70 a 90.

Este aparelho veio para ser reparado em nossa oficina. O defeito principal é que uma das correias tinha quebrado e o deck não funcionava. Ao desmontar o aparelho para fazer o conserto, começamos a reparar que o deck tinha sido feito no início dos anos 90, no Japão, e que as peças e a construção eram de primeira qualidade.

Este aparelho veio para ser reparado em nossa oficina. O defeito principal é que uma das correias tinha quebrado e o deck não funcionava. Ao desmontar o aparelho para fazer o conserto, começamos a reparar que o deck tinha sido feito no início dos anos 90, no Japão, e que as peças e a construção eram de primeira qualidade.

Depois de pronto, os testes de audição confirmaram que o aparelho, apesar de ser um modelo básico, soava muito bem. Bons graves, médios realístas e bons agudos, até mesmo com fitas antigas.

Uma avaliação na bancada, usando instrumentos de medição, confirmou que o aparelho continuava funcionando quase que como novo. Foram feitos pequenos retoques na regulagem eletrônica, só para deixar as regulagens dentro das especificações da Pioneer, mas usando as fitas cassete que estão à venda atualmente, pois estas são diferentes das que existiam na época da fabricação.

No final do vídeo estão alguns dos testes, com as devidas explicações e resultados.

Tape deck Akai GXC-46D - Como esse clássico se saiu nos testes de laboratório? Será que o som é bom mesmo?


Tape deck clássico da Akai. Lançado em 1973, era o que havia de melhor. Trazia cabeçotes de ferrite, Dolby B e uma construção caprichada. Tudo isto o transformou em um clássico, mas infelizmente poucos vieram para o Brasil, que na época tinha grandes restrições à importação de aparelhos eletrônicos e outros itens considerados “de luxo”. Tivemos a felicidade de receber em nossa oficina um exemplar deste Akai, e tivemos tempo para fazer uma boa avaliação. Fizemos tão satisfeitos com os resultados que resolvemos compartilhar.

Chegou com sérios problemas, principalmente na parte mecânica. Estava com dificuldade para puxar a fita, e acabava estragando a fita. O som estava horrível, muito baixo e com distorção no canal direito.

A restauração foi difícil, pois o aparelho vinha de um lugar quente e úmido. Se o aparelhos não tivesse sido tão bem construído não teria durado tanto como durou. Felizmente, depois de muito trabalho, conseguimos trazer o aparelho ao seu pleno funcionamento. Gostamos do som e, para confirmar, fizemos vários testes em laboratório, onde constatamos que as especificações da Akai foram mantidas, mesmo depois de 5 décadas.

Neste vídeo, mostramos as características e recursos do tape deck, fazemos um teste de gravação e reprodução e, no final, mostramos alguns dos testes de laboratório que fizemos, para avaliar com números a qualidade de reprodução.

Tape decks duplos da Pioneer (série CT-W) quais são as diferenças entre eles? Será que é tudo igual?


Os tape decks duplos de "cara preta" da Pioneer são muito comuns nos sites de venda como OLX e Mercado Livre. Esteticamente são todos parecidos, mas existem diferenças importantes nos recursos, que podem diferenciar um aparelho que é simplesmente aceitável de outros que representam o estado da arte da reprodução de música em fita cassete. Neste vídeo mostramos as principais diferenças, analisando quatro modelos que são bastante representativos e que vão do mais simples ao mais sofisticado. Fique por dentro e não compre mais gato por lebre.

Lembre-se, também, que estes aparelhos foram fabricados na década de 90 e que portanto já estão com bastante tempo de uso. Provavelmente, o que você vai comprar baratinho no Mercado Livre estão sucateados ou, no mínimo, precisando de uma boa revisão. Prefira os aparelhos que foram restaurados e calibrados em empresas especializadas, como a Audio Clássico da Thecnica Sistemas.

Tape deck Teac W 860R - Medição de Wow & Flutter e demonstração do aparelho


O Tape deck Teac W-860R é um modelo intermediário, que mostra bem como eram os tape decks mais populares em meados dos anos 90. Apesar de não ter recursos sofisticados, ele grava nos dois decks e tem um som sólido, comparável aos aparelhos topo de linha.

Depois de feita uma revisão na parte mecânica e eletrônica, fizemos os testes de oscilação (wow and flutter) para ver como ele se sairia, mais de 30 anos depois de fabricado. A especificação do fabricante é de 0,09% RMS, e pelo que se viu na média dos testes ele chega bem próximo disto. O resultado é um som firme, sem oscilações, que permite curtir fitas cassete em alto e bom som.

Tape deck K-7 no laboratório - Como são feitas as medições que indicam se um deck é bom mesmo?


Muito se fala sobre a qualidade dos tape decks cassete. Em geral as opiniões são dadas com base no que os outros falam, em audições feitas sem critério técnico, na estética em material que se encontra nas redes sociais. No entanto, os tape decks são dispositivos eletrônicos como tantos outros. Para dar uma opinião criteriosa sobre o estado de funcionamento de um tape deck é preciso colocá-los na bancada do laboratório e efetuar medições precisas em diversos parâmetros. Este vídeo mostra como fazemos algumas destas medições em nosso próprio laboratório, avaliando parâmetros como azimute, flutuação, resposta de frequência na reprodução e qualidade de gravação.

Problemas com o cliente ao restaurar um tape deck Sansui SC-2000 numa oficina de som vintage


Muitas vezes, o trabalho do técnico de eletrônica é mal entendido. Isto é válido, em especial, para aqueles que lidam com som vintage. Mostramos como foi uma restauração de um tape deck cassete Sansui SC-2000. Depois de feito o serviço, o cliente voltou duas vezes para reclamar que o aparelho não tinha ficado bom, mas acabou reconhecendo que estava errado e acabou até pedindo desculpas.

Caixas acústicas Gradiente Mini Dez - Demonstração de funcionamento e qualidade de som


VENDIDO para SÃO PAULO (SP)
Caixas acústicas vintage, da fase clássica da Gradiente. Fabricadas em 1975, pertenceram à mesma pessoa até que veio para nossa oficina. Quando chegou até nós ainda estava funcionando e em excelente condição, apesar dos 47 anos de fabricação. Para termos certeza de que estava tudo em ordem, as caixas foram desmontadas para fazer uma revisão. A madeira foi tratada contra insetos e umidade, depois a parte externa foi lixada e envernizada para ficar exatamente igual ao acabamento original. A fiação interna foi trocada e os capacitores do divisor de freqüência são novos. A forração interna foi mantida, porque estava em perfeito estado.

Os falantes estão perfeitos. São os originais da fábrica, nunca foram restaurados mas funcionam perfeitamente porque tiveram pouco uso e foram bem tratados. Este modelo utiliza o sistema de RADIADOR PASSIVO, onde um Woofer de 10 polegadas é ativo (emite som) e o outro é exatamente igual, mas funciona passivamente, acoplado acusticamente ao Woofer principal. Este arranjo permite uma resposta linear, sem predominância de qualquer faixa de freqüência. Complementando o arranjo, um tweeter clássico da Gradiente, que é responsável pelos sons médios e agudos.

RECOMENDAÇÕES DE USO

Esta caixa é destinada a sistema VINTAGE. Tem um excelente rendimento acústico, permitindo altos volumes de reprodução mesmo com amplificadores fracos, entre 15 a 50 Watt por canal.
Aliás, é bom salientar que estas caixas são PASSIVAS, isto é, precisam de um amplificador ou receiver para que funcionem.
Elas têm um som suave, próprio para o tipo de música que existia nos anos 70, isto é, MPB, POP e, principalmente, música clássica. Na época este modelo era muito usado pelos amantes de som orquestral, mas se sai muito bem também com os outros gêneros.
NÃO SERVEM PARA FUNK, BATIDÃO E SIMILARES. Não é som para tremer a casa, mas sim para quem aprecia os detalhes, a fidelidade, e quer uma audição agradável e por um longo período de tempo.

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS (segundo o manual)

Dimensões: 350 x 630 x 300 mm (LxAxP)
Peso: 16 Kg (cada caixa, com embalagem)
Ano de lançamento: 1973
Ano de fabricação destes exemplares: 1975
Potência máxima: 40W RMS / 60W IHF
Impedância: 8 Ohms
Resposta de freqüência: 40Hz a 20kHz
Sensibilidade: 99dB (1w/1m)
Sistema de funcionamento: Radiador Passivo
Número de vias: 2
Freqüência de transição: 4kHz
Atenuação do divisor: 6dB/oitava
Woofer: 2 falantes de 250mm (10"), sendo que 1 deles é passivo
Tweeter: 1 falante de 90mm (3"1/2)

Toca discos Philips GA-209 - Vintage clássico, exemplo de boa engenharia, design e construção (AC)


Modelo lançado em 1975, com o muito do que a boa engenharia e processos de fabricação da época podiam oferecer. O aparelho se tornou um clássico, até hoje é disputado por aqueles que curtem o som do vinil e querem um aparelho que consiga extrair os menores detalhes das gravações.

Apesar dos 50 anos de idade, ele continua funcionando perfeitamente. Logicamente, ao longo do tempo já passou por algumas manutenções. Recentemente foi feita uma revisão mais aprofundada em nossa oficina, mas tomamos todos os cuidados necessários para não tirar a originalidade, a beleza e a precisão desta jóia da engenharia de som em alta-fidelidade.

Pode funcionar tanto em modo automático como manual. No modo automático, sensores presentes no prato determinam se existe algum disco sobre ele e qual é o tipo de discos, ou seja, de 12, 10 ou 8 polegadas. Uma vez colocado um disco, o prato começa a girar, o braço se movimenta e cai exatamente no começo da primeira faixa. Ao final do disco, o braço retorna para o repouso e o prato é desligado.

O modo manual é igual aos demais, ou seja, coloca-se o prato para girar e posiciona-se o braço sobre a faixa desejada. Ao final da reprodução, o braço retorna e o prato é desligado.

Interessante notar que todos os sensores que determinam a posição do braço são eletrônicos (isto em 1975!). Isto significa que, ao contrário da maioria dos toca-discos, o braço não precisa movimentar qualquer mecanismo para saber a posição correta para iniciar ou terminar a reprodução e, portanto, mesmo o modo automático não interfere em nada com a reprodução e o som que sai nas caixas.

Tape Deck Pioneer CT-W606DR deixa fita cassete com som de CD devido ao processamento digital


Demonstração dos recursos e funcionamento de um tape deck Pioneer CT-W606DR restaurado e totalmente funcional. O destaque deste aparelho é o sistema digital de redução de ruídos desenvolvido pela Pioneer. Tem um microprocessador que fica analisando o som a todo instante, ajustando automaticamente a quantidade de agudos.

Quando a música tem bastante agudo, isto mascara o chiado da fita, então o sistema não atua. Quando um trecho tem poucos agudos, o microprocessador corta progressivamente os agudos, reduzindo proporcionalmente o chiado. Com isto, até mesmo uma fita cassete antiga vai ser reproduzida absolutamente sem ruído. Se for uma fita bem gravada, o som será o mesmo que se obtém dos DVDs. Além disto, este aparelho tem tudo o que se espera de um bom tape deck: dois decks, auto-reverse, Dolby B, C e HX e um bom de primeira linha.

O Dolby faz muita diferença nas fitas cassete? Compare gravações sem Dolby e depois com Dolby B e C


Será que o Dolby faz muita diferença nas gravações? Até que ponto ele realmente reduz o ruído? Será que os tape decks dos anos 90 são melhores do que os Gradiente e Polyvox dos anos 70? Este vídeo analisa estas questões e, de quebra, mostra o funcionamento do tape deck Pioneer modelo CT-W404R, uma das melhores opções para quem deseja um gravador e reprodutor de fitas cassete de boa qualidade e por um preço justo.

O sistema Dolby de redução de ruídos foi uma grande melhoria no som dos tape decks cassete quando surgiu, em meados dos anos 70.

Desde então, os tape decks evoluíram muito. Podemos destacar os cabeçotes melhores, componentes eletrônicos com menos ruído e mais confiáveis e mecânicas de maior precisão. Tudo isto junto fazem com que os tape decks dos anos 90 sejam muito melhores do que os dos anos 70.

Este modelo da Pioneer, por exemplo, o CT-W404R, fabricado em meados dos anos 90, é muito superior aos Gradiente e Polyvox dos anos 70. Auditivamente, este Pioneer tem menos chiado, mesmo sem Dolby, do que os Gradiente dos anos 70 com Dolby. Este vídeo demonstra justamente isto. Apresentamos o Pioneer CT-W404R, com seus controles e funções, e na seqüência mostramos várias gravações, feitas sem Dolby, depois com Dolby B e com Dolby C. Você poderá reparar que a diferença é mínima, quase imperceptível.

Talvez só dê para perceber com música bem calma, como por exemplo na música erudita, e com caixas de som que enfatizem bem os agudos. Fora disto, esta linha de decks de "cara preta" da Pioneer dos anos 90 são uma excelente opção para quem deseja ter um gravador e reprodutor de fitas cassete de excelente qualidade, com manutenção fácil, e a um preço razoável. Veja o vídeo e julgue por si mesmo.

Tape deck Pioneer CT W701R - O golpe da correia quebrada, dicas de manutenção e demonstração do recurso BLE


Este modelo da Pioneer fabricado no início dos anos 90 é um dos que melhor grava, por ser bem construído e por ter o recurso BLE. A pessoa comprou este aparelho confiando no anúncio que dizia que estava funcionando e era "só trocar a correia". Mostramos que nunca é só a correia, se a correi quebrou é porque tem muito mais coisa para fazer. Alertamos para este golpe tão comum nos anúncios de tape deck cassete.

Para complementar, mostramos os recursos deste excelente modelo da Pioneer, com destaque para o recurso BLE. Essa sigla significa Bias Level Equalization, o que ele faz é calibrar a gravação exatamente de acordo com a fita que pretendemos utilizar. Uma vez acionado, o BLE faz uma série de testes para extrair o máximo de qualidade de gravação que a fita é capaz de fornecer, resultando em gravação literalmente idênticas ao som original.

Caixas de som vintage feitas de plástico são ruins? Nem sempre, escute e decida por si mesmo


Escute aqui a música completa.

Muita gente pensa que as caixinhas de plástico que vêm com os microsystems são ruins por natureza. Mas nem sempre é assim. Existem caixas de som que são baratas, porém foram bem projetadas e construídas com bons materiais, como é o caso destas Gradiente que estamos mostrando neste vídeo.

Construídas ainda no tempo do som vintage, estas caixas mostram um som surpreendente pelo seu pequeno tamanho. Veja nossa explicação do porque isto acontece e escute estas caixinhas reproduzindo um CD, comprovando o que estamos dizendo.

Escutando CD num conjunto vintage barato, dos anos 80. Você vai se surpreender com o som!


Muita gente acha que precisa ter centenas de Watts para conseguir um som decente. Isso pode ser verdadeiro para funk, rock pesado e similares. Mas, para quem deseja apenas escutar suas músicas MPB, POP e sertanejo, os aparelhos vintage podem fazer um bom serviço, mesmo sendo dos mais baratos.

Neste vídeo vemos um receiver Gradiente DS-20 de 12 Watts RMS por canal ligado em duas caixinhas de microsystem da Gradiente. Está tocando um CD com a música Champagne do Pepino de Capri interpretado pela Banda Viva Itália, reproduzido através de um PC ligado na entrada auxiliar do receiver.

Repare como o som é equilibrado, com bons graves, médios presentes e agudos sem exagero, compondo um som agradável mesmo em baixo volume, condição necessária para ter seu prazer musical mas sem perturbar os vizinhos, importante para quem mora em apartamento.

Receiver Gradiente DS 20 com tape deck - Demonstração dos controles e funcionamento


Demonstração de conjunto composto por:
- Receiver Gradiente modelo DS-20
- Tape deck Gradiente modelo DS-20 (funciona em conjunto com o receiver)
- 2 pares de caixas de som Gradiente, sendo 2 Woofers e 2 caixas com médios + tweeter

Todos os aparelhos muito bem conservados. As caixas, em especial, estão novíssimas, parece que acabaram de sair da fábrica. O receiver e o tape deck têm algumas pequenas marcas de uso, mas nada que atrapalhe a estética ou o funcionamento.

As caixas que aparecem não faziam parte do DS-20, mas é assim que estava usando na minha casa. Achei que estas caixas têm um som melhor do que as originais, com mais graves e um som mais definido. Fora isto, como o woofer é separado, pode ser colocado no chão ou num canto, onde vai dar um som mais poderoso. E as caixas de médios e agudos podem têm medidas exatas para caber numa prateleira, num armário convencional.

O som é de boa qualidade, tudo funciona direitinho. Não tem nenhuma revisão para fazer, nada para consertar. É ligar e usar.

Tem entrada PHONO, para ligar um toca discos de vinil. Tem entrada AUXILIAR, para ligar outros aparelhos como adaptador bluetooth, CD player, celular ou TV (com saída analógica ou adaptador).

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
RECEIVER DS-20
- Potência de saída por canal 15W RMS ou 32,5W IHF
- Impedância de saída - 4 a 16 Ohms (com as caixas do conjunto, funciona em 8 Ohms)
- Resposta de freqüência: 20Hz - 30kHz (+/-0,1dB)
- Distorção Harmônica Total (THD) 0,2% (8 Ohms, 1kHz)
- Sensibilidade entrada Phono: 2,5mV / 47 k Ohms
- Sensibilidade entrada Auxiliar: 200mV / 47 k Ohms (Line)
- Controle de tonalidade: +/-10dB a 100Hz (graves) e +/-10dB a 10kHz (agaudos)
- Alimentação: 110 ou 220V (50/60Hz)
- Dimensões 420 x 100 x 330 mm (LxAxP)
- Peso: 11,3 Kg
- Ano de fabricação: 1983

TAPE DECK DS-20
- Fitas compatíveis: Normal / CrO2 / Metal
- Cabeças Hi- B Hard Permalloy (gravação/reprodução)
- Redução de Ruídos: da própria Gradiente
- Resposta de freqüência: 20Hz a 15kHz com fita normal
- Relação Sinal/Ruído: 57dB
- Distorção Harmônica Total (THD): 1% (1kHz)
- Wow & Flutter: 0,07% (WRMS)
- Dimensões: 420 x 106 x 270 mm (LxAxP)
- Peso: 3,2 Kg

CAIXAS ACÚSTICAS SW-30
(Não fazem parte do conjunto, estão no vídeo só para demonstrar o som. Elas Faziam parte do HI-FI Micro DVD MSD-730 e não estão mais comigo)
- Quatro caixas no total, sendo 2 woofers e 2 de médios + agudos
- Potência admissível: 30W RMS

Polyvox CP-80M e CP 650D restaurado - apresentação dos recursos, características e funcionamento


VENDIDO para CURITIBA (SP)

Os tape decks da Polyvox marcaram época nos anos 70 e 80. Vários modelos são iguais, mas ganharam códigos diferentes, como é o caso deste mostrado neste vídeo. Os modelos CP-650D, CP-80M e CP-1900 são iguais, sendo que todos eles são clones do Alpage AL-30, que era comercializado no exterior pela Alpine (Alps do Japão).

Apesar dos 40 anos de uso, estes modelos continuam sendo bastante populares, devido ao seu som de ótima qualidade e do interessante recurso BIAS FINE, cujo funcionamento está explicado no vídeo. O aparelho mostrado no vídeo foi recentemente desmontado peça por peça para uma revisão completa. Tudo o que estava estragado foi consertado ou trocado. A calibração da eletrônica foi toda refeita, de acordo com os padrões originais da Polyvox. A diferença é que foram utilizadas fitas atuais, que se encontra no mercado hoje, que são bem diferentes das que existiam quando o aparelho foi lançado. Com estes cuidados todos, este aparelho grava e reproduz com perfeição. A gravação fica idêntica à fonte original, conforme demonstrado no vídeo.

Defeitos mais comuns nos tape decks Polyvox CP-650D e CP-80M - Cuidado ao comprar !


Os tape decks da Polyvox modelos CP-650D são iguais aos CP-80M e CP-1900. Todos eles fizeram muito sucesso e até hoje são muito comuns, é fácil encontrar um deles á venda. No entanto, estes aparelhos já têm todos mais do que 40 anos, e já mostraram que possuem vários defeitos em comum.

Atualmente, é muito difícil encontrar um aparelhos destes em pleno funcionamento. Sempre vão ter um ou outro defeito. Este vídeo mostra como estes aparelhos são construídos e quais são os defeitos mais comuns. Se pretende comprar um deles aparelhos, preste atenção nos pontos mostrados e tome cuidado para não comprar algo que vai ser impossível de reparar ou que vai custar caro para deixar em ordem.

Tape Deck Pioneer CT-W505R com BLE e FLEX, um dos melhores tape decks para comprar atualmente


A linha de tape decks duplos da Pioneer dos anos 90 marcou época. Bem projetados e bem construídos, muitos ainda hoje estão por aí funcionando a pleno vapor, enquanto que a maioria dos concorrentes já foi sucateada. Descubra neste vídeo porque isto acontece, e porque o modelo 505, em especial, é uma das melhores opções da atualidade para quem procura um tape deck cassete de boa qualidade, capaz de gravar bem em qualquer fita e de reproduzir com clareza até mesmo as fitas antigas, aquelas que estão há décadas guardadas numa gaveta qualquer.

Os principais recursos, conforme explicado no vídeo, são o FLEX e o BLE, além dos Dolby B, C e HX. O Dolby HX, junto com o BLE, permite fazer gravações que ficam idênticas ao material original. Quem gosta do som do vinil, terá neste tape deck um complemento importante, pois pode gravar apenas as faixas prediletas dos LPs e escutar com a mesma qualidade e com a praticidade que só a fita cassete pode proporcionar. Nada de ficar levantando da poltrona para trocar faixas no LPs, é só gravar suas faixas prediletas e deixar rolar sua fita cassete preferida, com um som de primeira qualidade.

Como era escutar SUPERTRAMP em fita cassete nos anos 70? (num tape deck Sony TC-134SD da época)


O grupo de rock progressivo SUPERTRAMP fazia álbuns bem elaborados, com um som incrível para a época. O som deles ficava ótimo com um bom toca discos de vinil, mas era difícil gravar em fita K-7, devido às variações de volume a à quantidade de sons agudos, que saturavam a maioria das fitas existente nos anos 70.

Foi então que saiu a fita de Ferro Cromo da Sony, que reunia as vantagens da fita tipo I (normal) e das fitas de cromo (tipo 2), permitindo obter ótimas gravações. Prova disto está nesta apresentação, onde mostramos um tape deck Sony modelo TC-134SD fabricado em 1973, reproduzindo uma música do SUPERTRAMP que tinha sido gravada originalmente num tape deck Polyvox. Este vídeo foi gravado em 2021, depois que fizemos uma revisão no tape deck Sony e aproveitamos para recalibrar a eletrõnica para atingir o máximo que ele poderia fornecer. O resultado foi surpreendente, conforme pode ser visto nesta gravação.

Como era escutar Rock em fita cassete nos anos 70? Escute um James Gang em K7 e tire sua conclusão


Como era escutar Rock em fita cassete nos anos 70? Escute um James Gang em K7 e tire sua conclusão

Reprodução em um tape deck vintage dos anos 70 de uma faixa do LP Year Album de 1969 do grupo de rock James Gang, de onde saiu o guitarrista Dave Mason para formar o Eagles. O som foi capturado direto no PC a partir da saída de som do tape deck, para ter uma idéia perfeita da qualidade.

Como era escutar LP do Jethro Tull gravado em fita cassete nos anos 70?


Reprodução em um tape deck vintage dos anos 70 de uma faixa do LP Stand Up de 1969 do grupo de rock Jethro Tull. O som foi capturado direto no PC a partir da saída de som do tape deck, para ter uma idéia perfeita da qualidade.

Aparelhos utilizados:
• Reprodução em um tape deck Sony TC-134SD fabricado em 1973 e restaurado em nossa oficina.
• Fita original da marca TDK modelo D
• Gravação feita em 1979 num tape deck Polyvox modelo CP850-D
• LP do Jethro Tull foi reproduzido num toca discos Garrard modelo 35SB
• Amplificador utilizado Gradiente modelo 360
• Cápsula Leson V90 com agulha elíptica de diamante
Nenhum retoque foi feito no som, do jeito que saiu do tape deck é o que ficou gravado neste vídeo.

O som da fita cassete é bom? Avalie esta gravação do Johnny Rivers feita nos anos 70 a partir de LP


Gravação em fita cassete feita do disco Realization do Johnny Rivers. Foi feita no final dos ano 70 e a fita está tocando perfeitamente até hoje.

Equipamento utilizado:
• LP realization do Johnny Rivers (1968)
• Toca discos Garrard 35SB
• Cápsula Leson LM-90E com agulha elipitica
• Amplificador Gradiente modelo 360 (160 WRMS)
• Gravador Akai CS-705D
• Fita TDK D-60 (tipo I)
• Gravação do áudio feita direto para um PC a partir da saída de um tape deck Sony modelo TC-134SD fabricado em 1973 e que foi recentemente restaurado.
• O som é o que foi capturado pelo PC, sem qualquer tipo de interferência.
• Não foi utilizado Dolby.

Venda de SOM VINTAGE pelo Mercado Livre - Como deveria ser feito o teste antes de mandar para o comprador...


Mostramos o teste de um tape deck Pioneer CT-W403, antes de mandar o aparelho para o comprador. Porque aconselhamos fazer esse teste? É o seguinte: Sites como Mercado Livre, OLX e Facebook Marketplace são bons locais para encontrar aparelhos de som vintage, ou seja, aqueles fabricados, digamos, entre os anos 70 a 90.

Há uma boa variedade de ofertas, mas infelizmente nem todos os vendedores são honestos e/ou não entendem bem daquilo que estão oferecendo. Na maior parte dos casos, a descrição do aparelho não corresponde. No caso específico dos tape decks, existe o famoso golpe da “é só trocar a correia”. Em outras palavras o vendedor garante que está tudo funcionando, só que não tem como demonstrar porque falta fazer uma manutenção. O problema é que esta manutenção raramente se limita apenas a trocar a correia. Normalmente, a correia é só o primeiro item, porque o aparelho deve ter ficado anos ou décadas parado, e com o tempo outras coisas vao se estragando ou então o aparelho já tinha problemas, e quando a correia quebrou o dono deixou o tape deck abandonando num armário qualquer.

Não podemos também descartar os danos ocorridos no transporte, principalmente se for o correio. A embalagem vai passar por diversos tipos de transporte e de manipulação, geralmente feitos de qualquer jeito, que podem sim causar estragos nos delicados componentes de um tape deck.

Foi pensando em tudo isto que adotamos um procedimento que nos livrou de vários tipos de problema. Os aparelhos que vendemos são todos revisados, fazemos questão de só vender algo que realmente funcione e que esteja dentro da descrição que fazemos no site de venda.

Com o intuito de diminuir ao máximo a chance de algo sair errado com a venda. costumamos fazer vídeos de demonstração como este mostrado aqui, fazendo questão de falar o nome do comprador, provando assim que o teste mostrado no vídeo foi realmente feito depois da compra e antes de ser enviado ao comprador. Estamos mostrando aqui um vídeo deste tipo, como sugestão para os colegas que vendem vintage e também para os compradores, que verifiquem se realmente o aparelho que receberam estava de acordo com a descrição no anúncio.

Tape deck Sony TC-134SD de 1973 um dos primeiros a ter som decente com fitas cassete


Apresentação do Tape deck Sony TC-134SD que foi restaurado em nossa oficina. Fabricado no Japão mas adquirido no Canadá em 1973, este aparelho trouxe inovações importantes para a época, como cabeçotes de ferrite, Dolby B e fitas de cromo. Com um projeto bem elaborado e construção feita para durar, depois de uma restauração este Sony voltou a funcionar tão bem quanto funcionava em 1973. O som é rico e detalhado, chega a ser surpreendente. Escute o teste e julgue por si mesmo.

Tape deck Pioneer CT-W430 - Simples, porém bom, bonito e barato. Veja o teste de gravação!


Este modelo da Pioneer era um dos mais simples da linha de tape decks da empresa no começo dos anos 90. O acionamento das teclas é manual, ao contrário de todos os demais desta linha, demonstrando que foi projetado para ser barato. No entanto, o simples de ter sido feito no Japão, na época, já demonstra que foi feito com um certo capricho, com peças de boa qualidade e um projeto cuidadoso.

Tanto assim que, depois de ficar muitos anos parado na casa do primeiro comprador, depois de uma revisão básica voltou a funcionar feito novo. Até mesmo a regulagem eletrônica original estava ótima. Testada no laboratório, estava com todos os potenciômetros na posição correta e com o som perfeito, gravando e reproduzindo com perfeição.

Fui o segundo dono e usei durante vários anos. Acabei vendendo porque na ocasião não tinha mais onde guardar tantos aparelhos. Foi uma separação sentida, fiquei chateado quando entreguei o aparelho e mais ainda quando comecei a sentir falta dele... Estava sempre ali, à disposição, pronto para tocar uma fita das antigas com seu som característico, firme e com bastante definição, tanto nos graves quanto nos médios e agudos.

Mas minhas preces foram atendidas, tempos depois de ter vendido encontrei um outro igualzinho, igualmente em perfeitas condições. Este segundo Pioneer 430 está aqui mostrado no canal.


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