Versão on-line do programa Encontro com a Vida
do Professor e Psicanalista Marcos Oliveira, transmitido todos os domingos
a partir das 11h30 pela Rádio Trianon (740 AM) de São Paulo, SP.
A Montagem Psicoafetiva 4 - Alter Ego Parte 4 - Alter-Ego distônico. O que é o alterego distonico (“o estranho”) que leva à dissociação da pessoalidade. A boa formação do ego depende da imagem interna harmônica e equilibrada das imagens dos pais. Nossa mente transporta os pais reais, externos, para nosso mundo intra-psiquico, processo chamado de assimilação ou internaiolização da pai e da mãe, que viram parte do eu. Se a assimilação não acontecer perfeitamente, a pessoa terá conflitos internos e extenos (com a sociedade).
A Montagem Psicoafetiva 3 - Pai Parte 3 - A formação do EU (ego). Como se forma, o que pode ser entendido por EGO. O ego é criado no âmbito das primeiras relações com os pais, onde a mãe é o simbolo da interioridade e da emocionalidade, enquanto o pai é simbolo da exterioridade , da racionalidade e da lei. A partir da relação com a imagem do pai e da mãe, nós formamos uma espécie de síntese, que é o EU, especie de resíduo egóico do que os nossos pais foram conosco.
A Montagem Psicoafetiva 2 - Pai Parte 2 - o ambiente paterno. A mãe é um suporte muito importante para o suporte emocional, material e psíquico da criança. Ao mesmo tempo, a mãe é um suporte biologico e também é o primeiro suporte cultural, é ela que vai fazer a criança migrar do mundo interno para o externo mas a função paterna está ligada à exterioridade, à lei e à sociedade, sendo importante para mostrar os limites à criança desde muito pequena. Da mesma forma que a criança precisa do suporte emocional da mãe precisa também do suporte racional do pai.
A Montagem Psicoafetiva 1 - Mãe Parte 1 - o ambiente humano. Para a psicanálise a mãe é um ser muito importante, porque serve como base de sustentação para a vida psíquica do bebe. Freud diz que o primeiro ente amado pelo ser humano é mãe, e tanto o menino quanto a menina se identificam primeiramente com ela. É bom dizer que a mãe não é propriamente uma “pessoa”, mas sim um “ambiente”. No início da vida psíquica a mãe é um mundo, é uma espécie de continente que contem o conteúdo, que é o bebê. É a mãe que dá forma à vida psíquica e emocional do bebê, sendo a responsável pela sua parte mais interna, emocional e afetiva.
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